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Quando Arapiraca entrou na academia ... e saiu mais fraca!

Por Carlos Lúcio.


Era pra ser um treino pesado e consistente de democracia nas últimas décadas. Arapiraca tinha representantes com musculatura na Capital Federal — gente que prometia “lutar pelo povo”, “peitar os problemas” e “não fugir do combate”. No papel, parecia que o município estava recuperando seus verdadeiros espaços no xadrez de atletas políticos.


Mas aí começou o “treino diferenciado”.


Algum tempo depois de assumir o mandato, alguns desses “atletas” resolveram… desistir da competição. Sim, renunciaram. E não foi por cansaço, lesão ou excesso de trabalho. Nos bastidores, o que se comenta é que rolou aquele famoso “acordo de vestiário” — os chamados conchavos políticos em prol de interesses pessoais.


Resultado? Arapiraca, que precisava de força política pra resolver problemas reais, acabou ficando mais fraca. Perdeu “musculatura política”, como dizem os analistas.


E o torcedor? Ou melhor, o cidadão? Esse ficou na arquibancada, sem entender direito o que aconteceu.


Assim ocorreu com a Ex- Deputada Federal Célia Rocha em 2012, quando renunciou ao mandato cumprindo uma “missão” para o então (também à época) Prefeito Luciano Barbosa. Já o Ex - Senador da República Rodrigo Cunha, também arapiraquense, renunciou ao mandato em 2024 para ser Vice - Prefeito de Maceió, aderindo ao “projeto” de JHC.


O ostracismo político de Célia Rocha já é conhecido. E se JHC continuar no cargo de prefeito ... qual será o futuro político de Rodrigo Cunha?


Fato é que quando os “jogadores” desistem no meio do jogo, quem perde não é só o time. É a cidade inteira.



 
 
 

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